Por a 9 Abril 2026

Uma ode à matéria — crua, trabalhada e cheia de memória — onde cada peça revela a beleza do essencial.

Matéria é ponto de partida e linguagem — aquilo que se toca, mas também o que se sente. Nesta seleção, os objetos ganham protagonismo através de texturas, técnicas e narrativas que atravessam o tempo e a geografia. Do gesto artesanal à reinterpretação de ícones do design, cada peça revela uma relação íntima entre forma e substância, convidando a habitar os espaços com mais consciência sensorial e poética.

1. Tapetes da coleção Waves, da Santos Monteiro, com ou sem franjas, para usar dentro e fora de casa.

2. “Three and More Being Together”, manta em 100% de lã de ovelha, por Grace Atkinson, feita segundo técnicas originárias das terras altas da Ucrânia do século XIV.

3. A Petite Friture revisita Sandows, a icónica coleção de assentos desenhada por René Herbst em 1927, um manifesto do Modernismo francês.

4. Da instalação Curatio (Maison&Objet, janeiro), com curadoria de Thomas Haarmann, cujas peças apelam à matéria e ao significado. 

5. Mesa Arya, do ateliê Manifeste Edition, silhueta arquitetónica e íntima.

6. Vaso, escultura MOTANKA, em cerâmica e madeira, por Andriy e Olesya Voznicki. Na Maïno.

7. Echoes of Whispers, por Oskar Zięta, em que um bloco cúbico transforma-se num círculo.

8. Escultura de parede de João Manardu, madeira de freixo com acabamento em pigmento preto.