A edição de fevereiro da Urbana é um convite a deixar-se envolver pela inspiração. Fazemos capa com um dos nomes maiores da decoração em Portugal, Graça Viterbo, que nos abriu as portas da sua casa no Estoril. Damos-lhe também a conhecer casas em Lisboa, Roma, São Paulo e Luxemburgo, numa viagem que revela o melhor que se faz em Portugal e no mundo. Como passámos por Paris para uma visita à edição de inverno da Maison&Objet — deixamos algumas das novidades nas nossas seções de inspiração, combinadas com outros lançamentos recentes. Celebramos um marco importante e queremos que faça parte deste momento da nossa vida: os PUDI’26, os primeiros Prémios de Design de Interiores da revista Urbana. Com esta iniciativa, expandimos o olhar para projetos realizados dentro e fora de Portugal por nomes e coletivos nacionais, fortalecendo uma visão mais abrangente e global do design português. Os ateliês e designers internacionais também têm lugar neste prémio, com projetos concluídos em Portugal, reconhecendo a excelência e o impacto do trabalho que atravessa fronteiras. Por último, vale a pena espreitar os modelos de estantes que reunimos para o ajudar a escolher a sua, e as mesas vestidas de loiças, cutelaria e acessórios, que ajudam a criar atmosferas única. Tudo boas razões para não perder a sua Urbana de fevereiro.
Fotografia de capa, Paulo Lima
Inspirações
Do Designer do Ano escolhido pela Maison&Objet para a edição de janeiro de 2026 – Harry Nuriev – às mais irreverentes mesas de apoio, da dança das cadeiras a materialidades inesperadas. Deixe-se inspirar.






À Lupa
Mais uma vez reunimos pessoas, marcas e empresas que são referência no universo do design.






1ª Edição dos Prémios Urbana de Design de Interiores
Os PUDI — Prémio Urbano de Design de Interiores — são uma iniciativa da Revista Urbana criada com o objetivo de reconhecer, valorizar e dar visibilidade à excelência no design de interiores em Portugal. Num território onde o design é cada vez mais transversal à arquitetura, à indústria, à cultura e à forma como vivemos os espaços, os PUDI afirmam-se como uma plataforma de distinção para projetos que se destacam pela qualidade conceptual, inovação, rigor técnico, função e sensibilidade estética. Os PUDI destinam-se a arquitetos, designers de interiores, ateliês e profissionais que, através do seu trabalho, contribuem para elevar o panorama do design de interiores, seja em contextos residenciais, comerciais, institucionais, culturais e de lazer, corporativos e de serviço, temporários ou experimentais. Saiba mais na edição em banca.
Estrantes e mesas
Longe de ser apenas um móvel de arrumação, a estante assume hoje um papel central na arquitetura interior, organizando objetos, definindo ritmos e contando histórias, enquanto se transforma numa verdadeira peça de design capaz de marcar qualquer espaço. Nesta edição, ajudamos a escolher a sua.


Território fértil em criatividade e design, a mesa é onde funcionalidade, estética e identidade se encontram para dar forma a diferentes modos de viver e receber. Descubra ideias para pôr a mesa olhando para o lado prático sem esquecer a arte de bem receber.


As nossas casas
As cinco casas desta edição mostram-nos a importância da atenção aos detalhes, usam a cor de forma cirúrgica e apostam em acabamentos que fazem a diferença. Começamos com uma townhouse no Luxemburgo que é também um manifesto de cor, cultura e personalidade. Neste projeto assinado pela arquiteta e designer de interiores Victoria-Maria, uma biblioteca de grande escala, em laca laranja, conduz a intervenção e revela a alma vibrante de uma família apaixonada por design. As fotografias são de Nicolas Mathéus.




No Estoril, tivemos o prazer de conhecer a casa de Graça Viterbo. O projeto, íntimo, funcional e profundamente pessoal, traduz seis décadas de carreira e foi desenhado com a liberdade de quem já não precisa de provar nada. A reportagem fotográfica é de Paulo Lima.




Seguimos para Roma onde o coletivo Punto Zero reinterpretou os espaços de uma penthouse, fundindo o espírito histórico com um novo caráter, mais intenso e colorido, equilibrando tradição e contemporaneidade. As fotografias são de Serena Eller Vainicher.




A casa que se segue exibe uma estrutura em betão, exposta em pilares, vigas e laje, que é também a melhor guardiã da memória do edifício em que se insere. Trata-se de um apartamento de 98 m², com projeto do ateliê FJ55 Arquitetos e fotografias de André Mortatti.




O último apartamento desta edição fica num dos edifícios mais emblemáticos de Lisboa e tem projeto de interiores do ateliê Conceitos de Arte. A sua organização, em nada convencional, revelou-se tanto um desafio como uma solução surpreendente. As fotografias são de Francisco Rivotti.




Por último, mas não menos importante, e porque não queremos que perca nenhuma edição, deixamos aqui o link para a sua assinatura. Despedimo-nos desejando-lhe um mês cheio de inspiração e boas leituras.
